Sunday, September 28, 2008

O arquitecto português dos Jogos Virtuais


Por Jorge Nascimento Rodrigues em 28 Setembro 2008

A vida dá muitas voltas. Quando emigrou para a Califórnia em 1997 com o canudo de arquitecto debaixo do braço, tirado em Lisboa, na Universidade Lusíada, José Maria da Veiga Fernandes, então com 24 anos, queria realizar um mestrado no que julgava ser a sua vocação.

Mas, como tinha o bichinho do empreendedorismo no corpo – em Portugal já criara três pequenas empresas enquanto estudava – rapidamente se meteu em «start-ups» californianas e numa delas viria a conhecer o seu sócio actual, Kent Jordan, um ex-atleta que jogara nos Los Angeles Raiders e nos Houston Oilers. Por essa altura, o nosso arquitecto já dava pelo nome “artístico” (como ele diz) de José daVeiga (tudo junto, exactamente) – que o americano médio soletra com entoação castelhana como ‘Rosé deVaiga’. Enfim, “confusões de nomes a que já me habituei”, diz o nosso interlocutor.

José e Kent trabalharam numa patente que logo depositaram provisoriamente em 2000 e que seria atribuída cinco anos depois em torno de um método e de uma plataforma para distribuição de jogos interactivos em tempo real. A ideia de uma empresa “nasceria num almoço, recorda José, mas a sua concretização levaria seis anos”. Pelo meio, teve de jogar com as duas mãos e as duas pernas – por um lado, continuava com Kent a idealização do negócio, mas por outro tirou mais um mestrado e um doutoramento em arquitectura e computação, o que o ajudou a tornar a sua formação em informática uma competência robusta, deu aulas de arquitectura e teve de fazer sítios na Web e desenvolver software “para sobreviver”. Durante esse período em que regressou, temporária e parcialmente, à arquitectura até ganhou um prémio em Los Angeles, em 2004, pela «conversão» original que fez de um antigo edifício fabril num espaço residencial e de trabalho na zona Norte de Hollywood.

Reinventar o entretenimento

Há dois anos atrás, decidiu-se a tentar, de novo, o empreendedorismo, agora com base na patente e na ideia de negócio que desenvolvera com Kent. “Durante um ano e meio trabalhei com uma equipa à distância, em Belgrado, na Sérvia, e reunimos, com a ajuda de amigos, 100 mil dólares para as despesas de investimento. Eu não tive salário durante esse tempo todo”, conta José, que, entretanto, criou com Kent a KlickSports, que ambiciona alto: literalmente, revolucionar o mercado dos jogos virtuais. Entre as divisas da filosofia da empresa contam-se estas ideias-forte: “construir a empresa de entretenimento em jogos da próxima geração”; “reinventar o jogo móvel”; “difundir uma nova cultura de jogos”.

A plataforma é ambiciosa – onde quer que um fã de desporto ou um amigo (menos fanático, mas de qualquer modo seduzido pelo tema, como José se autodefine) esteja, seja num bar frente a um ecrã gigante, em casa ou no trabalho em frente a um computador, a ver televisão por cabo ou ouvir rádio, ou num estádio, se tiver um telemóvel onde corra o portal da KlickSports pode gozar duplamente. Por um lado, assistir ao evento e, por outro, jogar em tempo real com outros parceiros, fazer apostas e avaliar os resultados em tempo real, colocar questões, partilhar opiniões num ambiente sempre muito aceso, e até receber cupões dos patrocinadores.

O modelo de negócio tem uma visão por detrás: “o desporto é o meio de socialização por excelência”, refere José. E com essa socialização vem um mercado apetitoso para a publicidade, sobretudo a dirigida aos telemóveis e aos jogos em tempo real, que tem um retorno cinco vezes maior do que o marketing na própria Web.

José da Veiga, hoje com 35 anos, casado com uma sérvia e com dois filhos, não pensa largar a Califórnia do Sul e regressar a Portugal, mas gostaria de transformar o seu país natal “num local de teste da sua plataforma direccionando-a para o futebol europeu”. O estômago incentiva-o para essa aventura portuguesa, pois está farto de massa japonesa e de sushi que consome diariamente na «Little Osaka» onde a empresa tem os escritórios.

José é um dos membros lá fora da rede portuguesa de talentos The Star Tracker.

Versão «beta» para curiosos

A versão «beta» está disponível no sítio da empresa na Web para quem se inscrever e vários testes reais em eventos e ambientes de jogo já foram feitos na Califórnia. “Como demos provas, conseguimos reunir 1,2 milhões de dólares de capital semente, que vieram este ano, e preparamos uma nova ronda nos próximos seis meses para o objectivo de angariar mais 5 a 10 milhões”, explica este arquitecto português de jogos. No capital semente, a empresa conta com um investidor de primeira linha nesta área – Harry ‘Skip’ Brittenham, o advogado que montou o negócio de venda da Pixar à Disney. Para a direcção da KlickSports, os dois fundadores mobilizaram dois pesos-pesados do sector: o professor Lee Cooper (fundador da Strategic Data Corp que foi vendida à Fox) e Steve Mayer, um dos criadores da Atari, a «mãe» dos vídeo-jogos criada em 1972.

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O anterior “português lá fora” entrevistado: Nuno Limão

Tuesday, September 23, 2008

Unleash Your Hidden Talent

Hi,

I am a subscriber of Harvey Mackay of ( http://www.harveymackay.com/ ) newsletters, and this week the article it's about the "hidden" talents that we may have, and about the benefits that companies may have if they allow their employees to have a period of time "reserved" the new projects and research.

You can find this week article ("Open the door to your hidden talents" ) at: http://www.harveymackay.com/columns/column_this_week.cfm

But if you are reading this post in another week other than the present week, the article that I mention above will not be available, because each week it's a new article ( and I more than advice you to subscribe Harvey newsletters ), so I will leave here the full article:

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Open the door to your hidden talents

There was a man who played piano in a bar. He was a good piano player. People came out just to hear him play. But one night, a patron told him he didn`t want to hear him just play anymore. He wanted him to sing a song.

The man said, "I don`t sing."

But the customer was persistent. He told the bartender, "I`m tired of listening to the piano. I want that guy to sing!"

The bartender shouted across the room, "Hey buddy! If you want to get paid, sing a song. The patrons are asking you to sing!"

So he did. The piano player who had never sung in public did so for the very first time. And no one had ever heard the song "Mona Lisa" sung the way it was sung that night by none other than Nat King Cole.

He had talent he was sitting on. He may have lived the rest of his life as a no-name piano player in a no-name bar, but because he had to sing, he went on to become one of the best-known entertainers in America.

There`s a lesson here for all of us. We all have hidden talents. Good companies understand this and give their employees opportunities to try different jobs and learn new skills. They never know when they might discover another Nat King Cole.

As proof, I offer you the array of reality television shows that invite contestants to sing, dance or perform their professed "talents" (which some actually possess) for a panel of judges and viewers. I give the contestants credit for trying!

I have a friend who is constantly asking me, "When is the last time you did something for the first time?" He wants me to stretch myself and to experience as many new adventures as I can.

I often advise people to learn and try as many skills as they can handle to make themselves indispensable to their companies. There is another benefit: You just might find a talent you didn`t know you had, or discover a new job or career to pursue. Companies like 3M allow their researchers time to try their own projects, whether or not they are related to their regular jobs.

One local television reporter has been job swapping with viewers—among her experiences, she`s been a fire fighter, dog trainer, city manager, florist, baker and sanitation worker. She has demonstrated some hidden talents, along with a terrific sense of humor. So far, it doesn`t appear that she is ready to abandon her TV gig.

I also advise people to take up hobbies or volunteer to give their brains a break from their regular routines. The hidden benefit there is that a change of scenery can stimulate your creativity, which in turn helps you discover other hidden abilities.

If you don`t expand your wings you might end up like the eagle that thought he was a prairie chicken. There once was a hiker who found an eagle`s egg high on a mountain. Not knowing what kind of egg it was, he carried the egg down to the prairie and placed it in the nest of a prairie chicken.

The eaglet hatched with the brood of prairie chicks and grew up with them. All his life, the little eagle, thinking he was a prairie chicken, did what his fellow prairie chickens did. He scratched in the dirt for seeds and insects to eat. He clucked and cackled as they did. And he flew no more than a few feet off the ground. After all, he told himself, that`s how prairie chickens are supposed to fly.

One day the young eagle saw a magnificent bird flying high above in the cloudless prairie sky. The magnificent creature moved across the sky powered only by an occasional flap of its powerful wings.

"What a beautiful bird!" exclaimed the young eagle to one of his prairie chicken brothers. "I wonder what it is."

"That`s an eagle, the king of birds," clucked his companion. "But don`t get any ideas, you can never be like him." So the young eagle never gave it another thought. And so he lived out his life, close to the ground, thinking he was a prairie chicken, never daring to soar.

Mackay`s Moral: How will you know if you don`t try?

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Thanks and please let me know how I can help you,
Maria Spínola
http://www.crescimentoempresas.com

Monday, September 15, 2008

Depois de lêr as Conclusões do primeiro WPS Meeting, vi as 5 áreas de acção:
1. Formação
2. Financiamento
3. Atitude
4. Marketing
5. Inovação

Gostaria de adicionar uma acção a tomar que penso que é imprescindível para aplicar a vossa ideia chave para empreender (acreditar e 100% dedicação ao projecto):

Feasibility Study – um estudo preliminar dos meios, da competição e do mercado para se poder fazer uma estimativa do successo do empreendimento

Pergunto a todos aonde posso inserir esta sugestão dentro das 5 áreas de acção?

Sunday, September 14, 2008

Congresso Nacional da JCI Portugal "Be Better" | Congresso do Fracasso

De 19 a 20 de Setembro de 2008 Cascais irá receber o maior congresso de jovens líderes e empreendedores nacionais.

Saiba tudo em http://www.jciportugal.org/

Muito Obrigada, e podem contar comigo no que eu lhes puder ser útil,
Maria Spínola